Ao contrário do que prega a lógica do senso comum, o conceito de segurança pública não se resume à política de combate à criminalidade nem à atividade policial. Ou, pelo menos teoricamente, não deveria se restringir a isso.
A definição de segurança as vezes passa ao longe de quem vem sendo empregado em nosso município, se resume à garantia de proteção dos direitos individuais dos cidadãos, a sensação de conforto e não de receio com noticias como as que estamos enfrentando e tendo que encarar nas conversar e bate papo de populares nesses dias.
Na maioria das vezes motivado por falta de SEGURANÇA PUBLICA e brechas dadas na lei, esses fatores são cometidos por menores que se sentem protegidos, e grande parte motivada pelo contato com as drogas e a marginalidade que vem crescendo.
Ao mesmo tempo, a população convive com a crescente falta de confiança nessas políticas, e na administração municipal que não se preocupa tanto com o social e sim com a os benéficos que alcançam para si, isso por parte daqueles a quem elas deveriam proteger, e programar propostas de confrontar essa realidade infeliz ao qual estamos vivenciando.
Não adianta tentar negar sabemos e podemos concluir que, na realidade o cidadão de bem acaba por virar refém tanto dos muitos crimes que vem se alastrando em João Pinheiro, tanto do Crime de Colarinho Branco, quanto aos que cometem crimes mais hediondos, é furtos, assalto trafico e homicídio.
E isso tem repercussão direta na formulação e ação de políticas de segurança e consequentemente, na qualidade de vida das populações.
Temos que encontrar meios que busquem encontrar formas e meios que possam ajudar a sociedade a responder os seguintes questionamentos, que também auxiliam a buscar meios de acabar com eles:
ONDE OCORREM ESSES CRIMES E QUAL O PERFIL DAS VÍTIMAS E DOS AGRESSORES:
SEXO?
IDADE?
CLASSE SOCIAL?
NÍVEL DE ESCOLARIDADE?
É preciso entender como o crime ocorre para preveni-lo e combatê-lo.
Embora estejamos vivenciando uma tendência de aumento nos índices de violência no município nos últimos anos, os números causam preocupações no cotidiano da população local.
Mesmo diante da dificuldade de apurar dados sobre violência e mensurar o impacto dessa realidade sobre a qualidade de vida da população, alguns indicadores nos auxiliam na tentativa de compreender melhor a nossa realidade.
Então ao meu ver o que se pode fazer é implantar mais políticas publicas que influenciem as novas gerações a escolher um caminho que condiz com o que vem a ser benéfico na sociedade civil organizada.
Porem as formas para isso são muitas vezes ignoradas por nossos representantes, que usam o preconceito e a marginalização, assim como a exclusão social como meios de curral eleitoral para a conquista de votos.
O menor infrator em muita das vezes vem a ser aquele que foi renegado por parcela da sociedade e apoiado ou abraçado por marginais mais velhos que lhe dão afeto e respeito, e assim a semente cresce e dá o fruto que pode ser amargo para a sociedade toda em geral.
Então resumindo para confrontar a realidade que nós tornou prisioneiros de CRIMES VIOLENTOS LETAIS E INTENCIONAIS como:
Crimes violentos contra o patrimônio
Definição: Os crimes violentos contra o patrimônio são aqueles feitos com abordagem das vítimas sem resultar em morte (roubo, sequestro e sequestro relâmpago).
Furto
Definição: É a ação física é a de subtrair, que significa retirar a coisa do legítimo possuidor contra a vontade deste.
Assalto a mão armada
Definição: É a ação de contrair algum pertence da vitima com o uso de algum instrumento que cause medo a vitima.
Latrocínio
Definição: É o roubo seguido por assassinato da vitima, em geral esse fato acontece por busca de valores das vitimas.
Homicídio
Definição: Ação de matar um ser humano.
Todos esses entre outros crimes são de conhecimento básico da população e temor.
Mas o que combate isso são políticas publicas de verdades, instrutores educados e receptivos a crianças carentes, coisas que falta em nossa cidade.
Em compensação a criminalidade desenfreada se encontra em vários lugares na nossa cidade, vemos mais divulgações de festas do que divulgação de ações sociais que confrontem isso.
Caminhadas para confrontar esses males apenas para autopromoção de pessoal, mas sem confrontar áreas de riscos.
Não é segredo que a cultura a educação e o esporte combatem todo esse mal, porem veja a coincidência, não se sabe quem são os secretários de CULTURA, EDUCAÇÃO ou ESPORTE em nosso município, ou muito menos o que eles fazem.


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